segunda-feira, 29 de junho de 2009


Venha dançar "Bonzão"


Venha dançar ao som do vento
Que assopra no verão inquieto
Pelas festividades da esperança
Trazida em consonância com a mudança.

Venha dançar ao ritmo do esperto
Que pensa iludibriar quem está perto
Do sucesso da nota "A" desta dança
Simbolizada pela mais pura criança.

Venha dançar ao ritmo da ilusão
Que esconde os crimes do alto escalão
Composto pelos políticos da falsa premissa
A ser convalida pela verdadeira justiça.

Venha dançar ao ritmo da loucura
Pois esta liberta da falsa formosura
Exposta nos cerimoniais da alta sociedade
Sem grande conteúdo e muita denotatividade.

CTMM - Caio T. M. Moya

domingo, 28 de junho de 2009


Cansei de ver o tempo jorrar
No transcorrer dos dias a minguar
Pela dor do coração que insiste machucar
O verão do pobre destinado a lutar

Cansei das falsas promessas
Realizadas aos plebeus da terra
Desmatada pela ambição que impera
No cotidiano marejado nos olhos de Quimera.

Cansei de ver a lua distante
Das noites sem o belo horizonte
Já amaldiçoado em buscar o destronado
Império divergente do imaginado

Cansei de esperar a grande evolução
Desejada pelos arquitetos da obra
Destinada aos possuidores da razão
Ensejada pelos humanos da valiosa construção.

Cansei de notar a falsidade da serpente
Escondida no âmago da pseudo verdade
Enrustida nos olhos de quem desmente
Os atos praticados pela tracejada deslealdade.

Cansei de acreditar na veracidade do findar
Pois a semente da esperança ao ser cultivada
Inibirá a corrosão almejada aos detentores da espada
Banhada pelo sangue de sofrimento derramado no mar.

CTMM - Caio T. M. Moya

Obs. Este autor não irá mais postar poesias em primeira pessoa, pois não é conveniente ao autor e aos seus leitores a transparência do meu estado de espírito. Contudo, em toda regra há exceções.

Quando eu concluir que o texto elaborado poderá acrescentar algo ao leitor, ele será postado! Está é a função do meu Blog! Ajudar com palavras a quem precisa.

Obrigado a todos os leitores deste BLOG!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Recusarei a abandonar o sorriso

Esculpido nesta face tão bela

Que me faz sonhar acordado
No dia de forte calor e muito ensolarado


Recusarei desviar o meu olhar

Da sua direção, mesmo que distante

Fitarei o seu corpo e o seu semblante

Daqueles tempos já registrados na estante


Recusarei a esquecer as doces palavras

Ditas ao entardecer dos dias de verão

Que transcorreram na época da grande paixão

Do casal de futuro brilhante e de pouca razão.


Recusarei a ofuscação de um passado

Repleto de realizações nunca imaginadas

Por uma pessoa descrente e contaminada

Pela solidão semeada no caminho já abandonado.

domingo, 21 de junho de 2009

Poesia e compositor

A poesia são doces palavras
Alegorizadas pelas rimas
Que surgem de prima
Aos poetas da estima
Pelos desprovidos
De princípios enriquecidos
Por valores obtidos
Com o labor empregado
Para o surgimento do imaginado
Aperfeiçoamento já elaborado
Para o mundo destinado
A verdadeira igualdade
Dos dias de pura lealdade
Ante o enredo da maldade

CTMM - Caio T. M. Moya

domingo, 7 de junho de 2009

3 momentos

A morte é detentora do medo
Junto ao verão de triste enredo
Contido no teatro mal elaborado
Por Hades na fúria do falso tratado.

A vida é detentora da evolução
Existente aos olhos da razão
Impetrada na verdade do tempo
Sem a necessidade do tormento.

A solidão é detentora da angústia
Exposta no desespero do abandono
Demonstrado pela ilha da discordia
Enraizada no mar do perplexo Crono

No final da noite e ao amanhecer
A vida não poderá ser dispensada
A morte nunca será programada
E a solidão jamais deverá ser desejada.

CTMM

Obs. Não basta estar perto para sentir ou ter a felicidade, mas sim saber a verdade da sua presença - (Dedicada ao retorno de uma pessoa querida) - CTMM

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Suspenso o hiato -

Quando o dia virar noite esperarei a felicidade voltar
Na manhã serena e perfumada dos predestinados a sonhar
Por um mundo jamais imaginável aos olhos da realidade
Existente no cotidiano dos fortificadores da pseudo verdade.

Quando apagarem as luzes não insista em manter acesa
A causa fundada nas virtudes perceptíveis ao mundo da realeza
Do trono adquirido pela matéria pura e desprovida de significados
Ante ao bom senso a ser enraizado nos corações já fortificados.

Quando o vento parar de soprar a leveza da natureza
Os homens não podem convalescer diante da tristeza
Emanada dos súditos do reino amaldiçoado pela avareza.

Quando o mundo estiver próximo do julgamento final
A balança da justiça não deverá causar medo ao leal
Seguidor dos ensinamentos altruistas da mente ideal.

CTMM