quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Caros amigos,

As duas últimas poesias não estão no formato original, ou seja, foi necessária a modificação do conteúdo, pois não pretendo criticar ninguém. O formato original estará, futuramente, sob a batuta de uma pretensa publicação encadernada = livro.

Obs. a nota acima foi só para esclarecer, caso alguém note a falte de algo nas poesias. Falta sim!

Mudando o foco...

Segue uma poesia.

Nunca desista do sonho planejado.
Os sonhos são obtidos com temperança,
Mas a determinação deve ir além do delimitado
Anseio em realizar sem jamais perder a esperança.

Nunca desista do sentimento conquistado.
Os sentimentos são a essência do viver,
Mas razão deve ser o instrumento aplicado
Nos passos da vida destinada ao vencer.

Nunca desista de desfrutar a natureza.
A natureza é o elemento indispensável
Ao contentamento renascido ante a fraqueza
Incrustada na inveja do sorriso refutável.

Nunca desista de manifestar a sua essência.
Agradar o semelhante é a pretensão louvável,
Mas o meio ilibado deverá ser a clemência
Da conquista do sorriso verdadeiramente admirável.

Caio T. M. Moya - CTMM

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Aprendendo

Hoje aprendi que o amor é uma semente
Uma semente que brota, cai e não se sente.
Não sentir é loucura;
Sentir é a mais doce desenvoltura.

Hoje aprendi que os magos são desaparecidos por opção;
Sumir para os magos é fácil, mas para o coração é pura decepção.
Prefiro não ser um dos magos.
Prefiro ser o sincero coração.
A virtude não está no fingir, mas na verdadeira confraternização.

Hoje aprendi a ser mais amigo.
O verdadeiro e duradouro sentimento é denominado amizade,
Por maior que seja o amor
A amizade é eterna perto de tanta insanidade
Presente neste mar de falsidade
Existente na entidade.

Por fim, o aprendizado não é mensurado;
Quem parar de aprender é mero censurado.
Um dia vivendo nos tornamos mais amadurecidos
E menos entristecidos.

CTMM – Caio T. M. Moya

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ao longo do tempo...

A delicadeza transpareceu a doce esperança
Por dias de florido horizonte perante ao cenário
Já estruturado com as lágrimas de desconfiança
Semeada na edificante tristeza do calvário.

A postura assemelhava-se a de Atena
Contudo, as aparências são desmistificadas
Pela verdadeira dinastia das ameaçadas
Virtudes das guerreiras de alma serena.

O caminhar poderia ter sido diferente
Para seguir o rumo da provável alegria
Que brotava no início da era incandescente
Junto ao determinismo da inveja que não interfereria.

Por outro lado, o presente mostra-se correto
Pois a nova era que se inicia é de aprendizados
Obtidos com muito suor e muito tempo sacrificado
Nesta aurora de belos dias e de constantes significados

CTMM - Caio T. M. Moya

Obs. infelizmente, o texto para ser postado teve que ser editado.

domingo, 18 de outubro de 2009

Final de ano, mas que fase complicada para buscar alguma inspiração, não? pelo menos para o autor deste BLOG é muito tensa. Boas lembranças são fundamentais para belas obras, mas as ruins são origens das obras mais complexas, não? pode acreditar, pois é. Todavia, o autor não pretende escrever sobre coisinhas ruins e pequenas, pois a evolução deve ser o traço maior de todos os seres pertencentes a esse mundo. Afinal, estamos aqui para aperfeiçoar nossas fraquezas e não insistir nos erros que insistem em ser as famosas "pedras no caminho".

O BLOG, felizmente, tem sido bem recebido pelos meus amigos. Ainda bem, né? Todo incentivo sempre é bem vindo, mas gosto de receber críticas, pois são a força motriz para a reflexão que deve ser feita por todos. Nunca lamente a ríspida manifestação de pensamento, isso não é algo sensato, haja vista, que pensar antes de se aborrecer ou lamentar nos faz ter a conclusão aproveitável a nossos anseios, ou, pelo menos, ver o lado bom da posição demonstrada.

Queria poder corresponder muitas vontades, mas não posso ser algo que nunca fui, ou seja, queria poder agradar a todos, queria poder sorrir para todos, queria ver o nosso país mais sério, queria poder falar bem de política, queria poder falar "eu te amo" diariamente, queria poder ter solução para todos os males, queria(...). Querer é fácil, mas ser é muito mais complexo, pois exige várias condutas atinentes ao anseio pretendido. Resumindo, "a teria na prática é muito diferente"!

Por fim, o autor do BLOG reafirma a felicidade em poder escrever e ser lido, mas não deixa de mencionar que devemos levantar a cabeça nos momentos de dificuldades, pois nem tudo que desejamos será exatemente como planejamos. Logo, faça a sua parte ou contribua para que seja conforme planejado, caso, por ventura, não se realize você irá deitar no travesseiro e pensar: "errei, lutei, mas nunca negligenciei a minha vontade de ter meus sonhos realizados".

Boa semana a todos!

Felicidade, paz e muita luz.

Caio T. M. Moya - CTMM

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

"Grande Pessoa"

Há cinco anos te conheci
Tamanha sorte nunca vi
São tantas risadas
Que jamais serão superadas

No meu pior momento
Tu foste parte do meu sustento
E a alegria do meu divertimento
Naqueles dias de tanto sofrimento

Não há como agradecer
O tanto que me fez engrandecer
Naqueles dias de triste entardecer

Por fim, tu és grande coração
Não é uma estrela,
Mas uma grande constelação.

CTMM - Caio T. M. Moya.

Janeiro de 2009.

A poesia abaixo foi feita em homenagem a minha amiga dos momentos dificeis. Obrigado!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Conjuntura do Horizonte

O porto seguro do futuro é a essência do passado
Considerado por muitos como a fixação do demode,
Já taxado útil aos servos do destino esfacelado,
Em tempos de falsos preceitos e desafinados acordes.

A fortaleza do presente é a essência perseguida,
Pelos desbravadores da verdade de outras vidas,
Já concebidas ao fardo ilustrativo do sucesso
Obtido com a luta dos apaixonados por firmes passos.

A solidez do coração é a essência das sofríveis
Experiências saboreadas pela convalida alegoração,
Já semeada no plantio das mazelas não perceptíveis
Aos olhos iludidos, pela beleza acomodada na falsa situação.

O horizonte sempre expressará a conjuntura
Demarcada por atos exteriorizados sem a censura
Coexistente com a leadade abandonada na primavera
Do passado, do presente e do futuro de outra Era.

CTMM - Caio T. M. Moya

03/10/2009