sábado, 26 de fevereiro de 2011

O primeiro rabisco poético de 2011.

Multifacetas.

Um minuto é uma fração de tempo que jamais retorna.
Uma hora já se foi e ao olhar para o passado existe glória?
Bom seria, se fosse possível eternizar o agradável momento.
Já que não posso! me dou o direito de esculpi-lo na memória.

Ao entusiasta do amor, eu diria para nunca abandonar a sua flor.
Ao comediante, eu diria para sempre semear a pura alegria.
Ao sóbrio, eu, simplesmente, aplaudiria a sua rude racionalidade.
Já ao louco eu diria: Sou fã da sua espontaneidade!

Aos personagens da vida faço o brinde do grande enredo,
Que ensina lutar por um objetivo sem qualquer medo.
Somos personagens da fenomenal peça denominada vida,
Esta que nos ensina na dor e nos mostra verdades repetidas.

Ao apagar das luzes só nos resta a mera lembrança.
Para uns é a recordação da inexorável e dolorosa partida.
Já outros insistem em enaltecer os tempos de criança.
Sorte dos últimos, pois realçam a beleza da fase florida.

CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya

domingo, 6 de fevereiro de 2011

2011

Olá!

Primeiramente, lamento muito por não estar em condições de manter o BLOG atualizado.

Mudando a prumo da prosa...

A década 2000/2010 foi um período de grande mudanças em todos os sentidos. Pessoalmente, foi um período de muito aprendizado, ou seja, foi marcada por momentos de felicidade e tristeza (como em todas as vidas). Exemplificando em um contexto geral, o momento mais marcante foi a queda das torres gêmeas (11 de Setembro de 2001). Contudo, a face da felicidade pode ser representada pelas tréguas dadas por grupos separatistas como o ETA e o IRA (pelo menos eu vejo felicidade, pois vidas estão sendo poupadas).

Agora, a pergunta que não quer calar: Como será a década de 2010/2020?

Não serei maluco ao tentar fazer qualquer previsão, mas há pontos que podem ser considerados. Primeiro, em termos gerais tende ser mais um período de revoluções, entre elas, tecnológica, econômica, DIPLOMÁTICA (torço muito!) e etc. Obviamente, tudo isso não depende de uma singularidade volitiva, ou seja, ninguém sozinho conseguirá mudar tais contextos.

Diante de tal enredo irei inserir a feliz fala de Renato Russo: "Não adianta querer consertar o mundo, pois, primeiro, temos que melhorarmos nós mesmos".

Pense! Pensou?

Concluindo, a vida tem que ser encarada como uma atividade de dentro para fora e não de fora para dentro. Mais precisamente, temos que potencializar nossas virtudes e tentar sanar nossos vícios cotidianamente. Depois, podemos tentar "consertar" o mundo que nos cerceia. Se a década de 2010/2020 será boa em termos gerais ninguém sabe, mas se melhorarmos nossos vícios e aperfeiçoarmos nossas virtudes o reflexo interno poderá refletir externamente e, assim, teremos um horizonte bem mais gratificante.

Desejo um feliz 2011 a todos (tardiamente).

CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya