Marcas
Ontem não pensava em tantas experiências,
Conforme o tempo passa mudamos lentamente.
O presente é o registro de futuras lembranças
E estas serão lindas, desde que lute lealmente.
Ontem o jardim era tão repleto de plantas floridas.
Contudo o tempo passou e apenas notei a flor caída.
A razão de viver advém da essência a ser construída,
A partir da forma que maneja o jardim denominado vida.
Ontem pensava em como é boa a sinceridade da infância.
Porém, o tempo passa e surgem facetas tão surpreendentes.
Ora, a superfície opaca pode contemplar o brilho interior.
Hoje tento fixar a madeira com o menor número de pregos.
Afinal, as marcas fincadas sempre irão ficar expostas
A cada correção feita ao longo da melhor construção.
CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya
27/05/2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
terça-feira, 17 de maio de 2011
A uma amiga...
Algumas pessoas possuem o verde refletido em seus olhos.
Outras possuem o azul, mas a única que reflete o sol
É aquela sorridente e espontanea flor de gestos únicos.
As vezes ela prefere demonstrar enorme alegria.
Todo dia ela transparece uma delicada harmonia.
Em seus olhos as cores formam uma junção que contagia
Até o mais desapercebido observador que de longe sorria.
Não receio pelo fim da beleza dessa flor.
A primavera é a mera demonstração de mais uma cor.
Afinal, a verdadeira beleza é propriedade do seu interior.
Enfim, estou aqui nesta vã luta em descrever o indescritível,
Em adjetivar o inadjetivável, em demonstrar o indemonstrável,
Enquanto o certo seria admirar e admirar a inclassificável
Conjuntura de valiosas virtudes que em palavras são imensuráveis.
CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya
Obs. a poesia foi feita em homenagem a uma grande amiga, em 15/05/2011.
Algumas pessoas possuem o verde refletido em seus olhos.
Outras possuem o azul, mas a única que reflete o sol
É aquela sorridente e espontanea flor de gestos únicos.
As vezes ela prefere demonstrar enorme alegria.
Todo dia ela transparece uma delicada harmonia.
Em seus olhos as cores formam uma junção que contagia
Até o mais desapercebido observador que de longe sorria.
Não receio pelo fim da beleza dessa flor.
A primavera é a mera demonstração de mais uma cor.
Afinal, a verdadeira beleza é propriedade do seu interior.
Enfim, estou aqui nesta vã luta em descrever o indescritível,
Em adjetivar o inadjetivável, em demonstrar o indemonstrável,
Enquanto o certo seria admirar e admirar a inclassificável
Conjuntura de valiosas virtudes que em palavras são imensuráveis.
CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya
Obs. a poesia foi feita em homenagem a uma grande amiga, em 15/05/2011.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
A grande ilusão é a crença na igualdade.
Não vejo justiça, mas também não é só maldade.
Na terra em que se planta discórdia nasce desigualdade,
Não fique triste, apenas faça a sua parte.
Harmonia? as vezes credito a sua existência
A uma sintonia de interesses umbiguistas.
Exemplo: primeiro a prestação e depois a satisfação.
Estranho, não!? Acredite, o mundo carece de altruístas.
Poderia desistir, não? Não, é preferível ter propósito.
Poderia chorar, não? Claro, homens choram.
Poderia matar, não? Não, a vida faz isso sozinha.
Poderia desenhar, não? Não, é preferível cantar.
Quem possui um bom propósito cedo ou tarde o alcança.
Quem chora não sente vergonha, mas, sim, faz catarse.
Quem mata é criminoso, pois tirar a vida é direito de quem concebeu.
Quem desenha não olha nos olhos, mas quem canta invade a alma.
Os dilemas continuam, as conclusões pipocam mente a mente.
Há quem percebe a realidade e fatalmente entende.
Entender não é questão de ser gênio ou desatento,
Pois compreender é exercitar a realidade decentemente.
Um abraço confortador a quem chora.
Um beijo para a carência.
Um sorriso para a tristeza
E uma luz para a escuridão.
Sejam felizes.
CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya
Não vejo justiça, mas também não é só maldade.
Na terra em que se planta discórdia nasce desigualdade,
Não fique triste, apenas faça a sua parte.
Harmonia? as vezes credito a sua existência
A uma sintonia de interesses umbiguistas.
Exemplo: primeiro a prestação e depois a satisfação.
Estranho, não!? Acredite, o mundo carece de altruístas.
Poderia desistir, não? Não, é preferível ter propósito.
Poderia chorar, não? Claro, homens choram.
Poderia matar, não? Não, a vida faz isso sozinha.
Poderia desenhar, não? Não, é preferível cantar.
Quem possui um bom propósito cedo ou tarde o alcança.
Quem chora não sente vergonha, mas, sim, faz catarse.
Quem mata é criminoso, pois tirar a vida é direito de quem concebeu.
Quem desenha não olha nos olhos, mas quem canta invade a alma.
Os dilemas continuam, as conclusões pipocam mente a mente.
Há quem percebe a realidade e fatalmente entende.
Entender não é questão de ser gênio ou desatento,
Pois compreender é exercitar a realidade decentemente.
Um abraço confortador a quem chora.
Um beijo para a carência.
Um sorriso para a tristeza
E uma luz para a escuridão.
Sejam felizes.
CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya
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