Irei postar a segunda poesia da minha nova fase do escrever. É uma das mais antigas, pois a composição foi no início de 2008. É simples, mas é uma crítica que todos devem fazer com o passar dos dias.
Irei dar uma pausa. Será necessária. Em meados de Dezembro deve ter algo novo.
Obrigado e FORÇA SEMPRE a todos.
“Talvez seria...”
Eu não quero ser alguém
Possuidor de uma mente insana
Que sempre desencana
E nunca diz amém.
Eu não quero ser ladrão,
Pois possuiria o perdão;
Não executaria o mensalão,
Por ter dó desse povão
Eu não quero ser sonhador,
Não seria capaz de chegar ao bojador
Sem ao menos sentir a dor
Por fim, talvez fosse o coração,
Pois este esconde a decepção
Sem jamais perder a paixão.
CTMM
domingo, 22 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Algumas Palavras
O sentimento fonte da alegria
Brotará ante ao momento de sangria,
Simbolizado pela dor da cantoria
Ministrada ao mosaico que morria.
A raiva do passado deve esmorecer,
Diante do vento insistente em disseminar
A simplicidade demonstrada ao conhecer
O sorriso puro e desenhado na verdade do amar.
A nobre conquista é alicerçada,
Pelos pilares da paz almejada,
Em tempos da guerra enraizada
No cotidiano da triste jornada.
A sinceridade da criança amada
Deverá ser plantada na terra arada,
Pela máquina da lealdade idealizada
Aos súditos do Deus da esperança glorificada
Caio T. Munhoz Moya - CTMM
O sentimento fonte da alegria
Brotará ante ao momento de sangria,
Simbolizado pela dor da cantoria
Ministrada ao mosaico que morria.
A raiva do passado deve esmorecer,
Diante do vento insistente em disseminar
A simplicidade demonstrada ao conhecer
O sorriso puro e desenhado na verdade do amar.
A nobre conquista é alicerçada,
Pelos pilares da paz almejada,
Em tempos da guerra enraizada
No cotidiano da triste jornada.
A sinceridade da criança amada
Deverá ser plantada na terra arada,
Pela máquina da lealdade idealizada
Aos súditos do Deus da esperança glorificada
Caio T. Munhoz Moya - CTMM
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Uma face de "vários amores".
O amor não pode ser considerado dúplice,
Caso o seu conteúdo for tracejado pela lealdade
Nunca será digno o destinatário do cálice,
Que banhou o prazeroso tocar da imoralidade.
A duplicidade sentimental não acompanha
O delineamento da harmonia a ser almejada,
Pelo semeador do amor de quem sonha
Viver do olhar desabrochador da flor conquistada.
A singular lealdade é derivada da pureza
Resistente ao frio das noites desprovidas
Do calor emanado, pelo conforto da fortaleza
Existente ao lado da luz cicatrizadora das feridas.
A imoralidade é o eterno embrião adoecido,
Que degenerou a delicadeza do destemido
Vencedor do sonho constantemente desvalorizado,
Perante a estação alicerçada no nobre aprendizado.
Caio Tomazini Munhoz Moya - CTMM
11/11/2009.
O amor não pode ser considerado dúplice,
Caso o seu conteúdo for tracejado pela lealdade
Nunca será digno o destinatário do cálice,
Que banhou o prazeroso tocar da imoralidade.
A duplicidade sentimental não acompanha
O delineamento da harmonia a ser almejada,
Pelo semeador do amor de quem sonha
Viver do olhar desabrochador da flor conquistada.
A singular lealdade é derivada da pureza
Resistente ao frio das noites desprovidas
Do calor emanado, pelo conforto da fortaleza
Existente ao lado da luz cicatrizadora das feridas.
A imoralidade é o eterno embrião adoecido,
Que degenerou a delicadeza do destemido
Vencedor do sonho constantemente desvalorizado,
Perante a estação alicerçada no nobre aprendizado.
Caio Tomazini Munhoz Moya - CTMM
11/11/2009.
domingo, 8 de novembro de 2009
A PROCURA.
Eu procurei lutar pela dádiva denominada alegria.
A luta me proporcionou dor, decepção e falsas ilusões
Que semearam no horizonte das pseudos perfeições,
Em tempos de crescente reificação e do sorriso que morria.
Eu procurei lutar pelo infindável anseio de amar.
A ansiedade transformou-se em cansaço insistente,
Que corroia a saudosa mania de viver o olhar
Encantador e alimento do amor considerado permanente.
Eu procurei lutar pelo ensinamento da simplicidade
Ao tocar a seda existente, sob a pele aveludada
Que me induzia ao doce sonho da perpetuidade
Do sentimento mais puro e verdadeiro da minha caminhada.
Eu ainda procuro lutar e melhorar o meu jeito de viver.
Sonho com a vida sem temores e intensa simplicidade
Entre os meus semelhantes e eternos acompanhantes,
Na jornada a ser desvendada pelo eterno amanhecer.
Caio T. M. Moya - CTMM - 08/11/2009.
Eu procurei lutar pela dádiva denominada alegria.
A luta me proporcionou dor, decepção e falsas ilusões
Que semearam no horizonte das pseudos perfeições,
Em tempos de crescente reificação e do sorriso que morria.
Eu procurei lutar pelo infindável anseio de amar.
A ansiedade transformou-se em cansaço insistente,
Que corroia a saudosa mania de viver o olhar
Encantador e alimento do amor considerado permanente.
Eu procurei lutar pelo ensinamento da simplicidade
Ao tocar a seda existente, sob a pele aveludada
Que me induzia ao doce sonho da perpetuidade
Do sentimento mais puro e verdadeiro da minha caminhada.
Eu ainda procuro lutar e melhorar o meu jeito de viver.
Sonho com a vida sem temores e intensa simplicidade
Entre os meus semelhantes e eternos acompanhantes,
Na jornada a ser desvendada pelo eterno amanhecer.
Caio T. M. Moya - CTMM - 08/11/2009.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Realidade!
Infelizmente, tenho notado que alguns amigos compositores paralizaram a vocação poética. Eu penso passo pelo mesmo conflito(diariamente), pois compor é expor todos os sentimentos em palavras, fato este, que pode gerar alguns percalços desnecessários(já ocorreu alguns, mas não enfrento nenhum hodiernamente).
Confesso não estar passando por uma fase de muita inspiração! Isso não significa celeuma existente, pelo contrário, pois acredito estar passando por descobertas e um acréscimo de valores considerados de grande importância para a minha vida.
Não precisaria estar postando isso, mas não quero esconder dos leitores os acontecimentos e posicionamentos do autor deste singelo BLOG.
Se a composições não surgirem! Peço compreensão.
Boa semana a todos.
Confesso não estar passando por uma fase de muita inspiração! Isso não significa celeuma existente, pelo contrário, pois acredito estar passando por descobertas e um acréscimo de valores considerados de grande importância para a minha vida.
Não precisaria estar postando isso, mas não quero esconder dos leitores os acontecimentos e posicionamentos do autor deste singelo BLOG.
Se a composições não surgirem! Peço compreensão.
Boa semana a todos.
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