
Cansei de ver o tempo jorrar
No transcorrer dos dias a minguar
Pela dor do coração que insiste machucar
O verão do pobre destinado a lutar
Cansei das falsas promessas
Realizadas aos plebeus da terra
Desmatada pela ambição que impera
No cotidiano marejado nos olhos de Quimera.
Cansei de ver a lua distante
Das noites sem o belo horizonte
Já amaldiçoado em buscar o destronado
Império divergente do imaginado
Cansei de esperar a grande evolução
Desejada pelos arquitetos da obra
Destinada aos possuidores da razão
Ensejada pelos humanos da valiosa construção.
Cansei de notar a falsidade da serpente
Escondida no âmago da pseudo verdade
Enrustida nos olhos de quem desmente
Os atos praticados pela tracejada deslealdade.
Cansei de acreditar na veracidade do findar
Pois a semente da esperança ao ser cultivada
Inibirá a corrosão almejada aos detentores da espada
Banhada pelo sangue de sofrimento derramado no mar.
CTMM - Caio T. M. Moya
Obs. Este autor não irá mais postar poesias em primeira pessoa, pois não é conveniente ao autor e aos seus leitores a transparência do meu estado de espírito. Contudo, em toda regra há exceções.
Quando eu concluir que o texto elaborado poderá acrescentar algo ao leitor, ele será postado! Está é a função do meu Blog! Ajudar com palavras a quem precisa.
Obrigado a todos os leitores deste BLOG!
No transcorrer dos dias a minguar
Pela dor do coração que insiste machucar
O verão do pobre destinado a lutar
Cansei das falsas promessas
Realizadas aos plebeus da terra
Desmatada pela ambição que impera
No cotidiano marejado nos olhos de Quimera.
Cansei de ver a lua distante
Das noites sem o belo horizonte
Já amaldiçoado em buscar o destronado
Império divergente do imaginado
Cansei de esperar a grande evolução
Desejada pelos arquitetos da obra
Destinada aos possuidores da razão
Ensejada pelos humanos da valiosa construção.
Cansei de notar a falsidade da serpente
Escondida no âmago da pseudo verdade
Enrustida nos olhos de quem desmente
Os atos praticados pela tracejada deslealdade.
Cansei de acreditar na veracidade do findar
Pois a semente da esperança ao ser cultivada
Inibirá a corrosão almejada aos detentores da espada
Banhada pelo sangue de sofrimento derramado no mar.
CTMM - Caio T. M. Moya
Obs. Este autor não irá mais postar poesias em primeira pessoa, pois não é conveniente ao autor e aos seus leitores a transparência do meu estado de espírito. Contudo, em toda regra há exceções.
Quando eu concluir que o texto elaborado poderá acrescentar algo ao leitor, ele será postado! Está é a função do meu Blog! Ajudar com palavras a quem precisa.
Obrigado a todos os leitores deste BLOG!
Um comentário:
"Cansei de acreditar na veracidade do findar
Pois a semente da esperança ao ser cultivada
Inibirá a corrosão almejada aos detentores da espada
Banhada pelo sangue do sofrimento derramado no mar."
Parece besteira, mas eu pensei agora que foi por meio de uma poesia linda sua, que você postou em alguma comunidade do Orkut, que eu pude ler as demais poesias do seu blog. Quando eu poderia adivinhar que o Orkut - sim, o Orkut! - iria me fazer conhecer um poeta tão especial quanto você? Realmente, eu nunca pensaria nisso.
Mas não somos donos dos caminhos da nossa vida, nem sabemos quantas veredas iremos enfrentar.
Vir aqui para ler suas poesias, me libertar dessa vida prosaica, saiba que é um grande prazer.
Você, que não está escondido como eu estou (pelo menos aqui no blog, certo? rs), me permite fazer uma conexão "100% real" com seus textos.
Quando nos elogiam, muitas vezes não acreditamos ou preferimos não acreditar. Talvez possa parecer falta de humildade nossa crer totalmente em alguém que diz que o que escrevemos é, de fato, importante.
Mas eu peço que, se você não acredita totalmente no que eu te escrevo, passe a acreditar: você é muito especial, escreve muitíssimo bem, e eu pretendo ter você pertinho, vizinhos de blog e Msn (rsrs), por muito mais tempo!
Essa é a minha condição, indiscutível e sem brechas! rs
Te admiro demais, mesmo.
Um beijo!
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