quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O tempo!

O vento passa arrastando as atrocidades,
Que emanam do decepcionante lastro
Existente na derrota da sincera bondade,
Ante ao coração emanado do castigo monstro

O raio solar iluminará o marejado luar,
Que decai perante a maldade do invejar
Adjacente a derrota do guerreiro
Predestinado a lutar pelo mundo inteiro.

O sentimento enraizado é o alicerce consolidado,
Pela alegria em ter um propósito, nos dias
Delineados à margem da luz denominada alegria

O futuro exposto ante a brisa vitoriosa,
Torna-se-á real com a gostosa felicidade
Dos tempos de ingenuidade e sem qualquer maldade.

CTMM - Caio T. M. Moya

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