sábado, 12 de novembro de 2011

Dizeis...

Um velho mudano de um mundo tão profano,
Ainda não aprendeu que a palavra flor
Reflete a sensibilidade de um grande amor.

Ó grande detentor da sabedoria!
Queria ser grande, mão não em demasia.
Afinal, não é da sombra a sensação que alivia.

Ríspido garoto do mundo cheio de encanto.
A tua visão é adstrita a realidade sem espanto,
Mas um pouco de cor a torna viva e cheia de encontros.

Ó glorioso arquiteto do teto repleto de marrecos!
Eis o céu que brilha, mas de uma ave que beira o chão?
-Isto seria sentir-se entre as nuvens e estar no Cantão!

-Ah, entendi!

CTMM - Caio Tomazini Munhoz Moya



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