domingo, 16 de setembro de 2012
Maleabilidade
No silêncio da ignorância
Pode pairar o sonho de infância
Não me surpreendo com a discórdia
Ora, a personalidade é de toda elegância
Aquele sorrisinho de mil facetas
Pode dar uma desejável admiração
E, ao mesmo tempo, criar muita confusão
O ideal seria buscar a simplicidade sem marretas
Me deparo com os tropeços
Alguns com tato de estranha concepção
Outros insistem a ensaiar grandes desejos
No final, me deparei com a dor ao tocar o chão
Certas mágicas são capazes libertar
Não é necessário saber a origem da ilusão
Apenas procure notar o efeito com fixo olhar
Isso, atenciosamente, sem pudor e cheio de emoção
Por fim, a única retribuição são os gestos
Uns de gratidão sem qualquer modo de gestão
Vários com a aparência desejada por vários anos
Prefiro a maleabilidade dos sentidos em constante evolução
Parei, pensei, descansei e não morri
Viajei, lutei, caminhei e ainda sobrevivi
Estudei, aprendi e senti que nunca morei ali
Amei, amarei, abraçarei e direi: sempre estarei aqui
O passado é apenas gratidão e aprendizado
Hoje, diria parar ver o futuro sem muitas deturpações
No horizonte pode existir algumas dúvidas com a inovação
Não importa, o arquiteto fez um belo desenho e bem ajustado
Agora posso dormir suavemente.
Obs. Espero que gostem =)
CTMM - 17/09/2012 - 02:46
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário