Há dois anos era cego de um sentimento.
Era uma visão distorcida de sutil pigmento.
As cores brilharam e surgiu o doce momento.
Aqueles óculos não impediram o admirar.
Não, isso sempre foi tão claro e verdadeiro.
Uma miragem? Jamais. É o fruto do apreciar
A doce pessoa sem a qual tudo será passageiro.
Fascinante doçura, olhos que devoram o meu ser.
Jamais senti tamanha vontade de não me conter.
Pele quente e alma complexa que jamais mente.
Descrever é impossível. Declarar é ser muito crente
Naqueles doces momentos, na paixão do seu olhar,
No amor que se intensificará e irá sempre perdurar.
De coração, Caio.
O primeiro de muitos outros que virão.
Afinal, sobre você nunca haverá uma obra definitiva, haja vista que estaremos na eterna construção.
Te amo.
CTMM
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