Uma face de "vários amores".
O amor não pode ser considerado dúplice,
Caso o seu conteúdo for tracejado pela lealdade
Nunca será digno o destinatário do cálice,
Que banhou o prazeroso tocar da imoralidade.
A duplicidade sentimental não acompanha
O delineamento da harmonia a ser almejada,
Pelo semeador do amor de quem sonha
Viver do olhar desabrochador da flor conquistada.
A singular lealdade é derivada da pureza
Resistente ao frio das noites desprovidas
Do calor emanado, pelo conforto da fortaleza
Existente ao lado da luz cicatrizadora das feridas.
A imoralidade é o eterno embrião adoecido,
Que degenerou a delicadeza do destemido
Vencedor do sonho constantemente desvalorizado,
Perante a estação alicerçada no nobre aprendizado.
Caio Tomazini Munhoz Moya - CTMM
11/11/2009.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
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2 comentários:
Que linda poesia...
Paula...
Mais uma vez Obrigado pelos elogios. Quero ver as suas composições, viu?
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